...Cada voz que canta o amor não diz tudo o que quer dizer
Tudo que cala fala mais alto ao coração
Silenciosamente
Eu te falo com paixão
Eu te amo calada
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncio e de luz
Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som
Tem certas coisas que eu não sei dizer
A vida é mesmo assim
Dia e noite, não e sim
Lulu Santos
domingo, 15 de junho de 2008
Apenas mais uma de amor
Eu gosto tanto de você
Que até prefiro esconder
Deixo assim ficar
Subentendido
Como uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor obrigação de acontecer
Eu acho tão bonito isso
De ser abstrato
A beleza é mesmo tão fugaz
É uma idéia que existe na cabeça
E não tem a menor pretensão de acontecer
Pode até parecer fraqueza
Pois que seja fraqueza então,
A alegria que me dá
Isso vai sem eu dizer
Se amanhã não for nada disso
Caberá só a mim esquecer
O que eu ganho, o que eu perco
Ninguém precisa saber
Composição: Lulu Santos / Nelson Motta
quarta-feira, 11 de junho de 2008
"As duas coisas mais difíceis de enfrentar na vida,...são a derrota e a idade, e as duas são a mesma coisa. A perfeição é a consequência natural da eternidade: espere o tempo suficiente e qualquer coisa realizará o seu potencial. O carvão se transforma em diamante, a areia em pérolas, os macacos em homens. Simplesmente não nos é dado, em vida, contemplar essas transformações, e então todo fracasso se torna uma lembrança da morte. Mas, a meu ver, o amor é um tipo especial de derrota. É a lembrança de alguma consumação, por mais desejada que seja, que nunca chegará!..."
Ian Caldwell e Dustin Thomason em O enigma do Quatro
Ian Caldwell e Dustin Thomason em O enigma do Quatro
sábado, 7 de junho de 2008

Toda essa intensidade
Buscamos identidade
Mas não sabemos explicar
Se paro e me pergunto
Será que existe alguma razão
Prá viver assim
Se não estamos
De verdade juntos...
Procuramos independência
Acreditamos na distância entre nós
Toda essa meia verdade
A qual temos nos conformado
Só conseguimos nos afastar
Nós aprendemos a aceitar...
Tantas coisas pela metade
Como essa imensa vontade
Que não sabemos explicar
Que não sabemos saciar...
Toda essa curiosidade
Toda essa intensidade
Toda essa meia verdade
Tantas coisas pela metade
Toda essa curiosidade
Toda essa intensidade...
Capital Inicial
Buscamos identidade
Mas não sabemos explicar
Se paro e me pergunto
Será que existe alguma razão
Prá viver assim
Se não estamos
De verdade juntos...
Procuramos independência
Acreditamos na distância entre nós
Toda essa meia verdade
A qual temos nos conformado
Só conseguimos nos afastar
Nós aprendemos a aceitar...
Tantas coisas pela metade
Como essa imensa vontade
Que não sabemos explicar
Que não sabemos saciar...
Toda essa curiosidade
Toda essa intensidade
Toda essa meia verdade
Tantas coisas pela metade
Toda essa curiosidade
Toda essa intensidade...
Capital Inicial
quinta-feira, 5 de junho de 2008
quarta-feira, 4 de junho de 2008
O mais certo a fazer....

Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de
lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar.
Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é
covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque
sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência,
pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu
lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua
desajeitada e irrefletida permanência.
Martha Medeiros
Eu só quero que você saiba quem eu sou...
Eu não quero que o mundo me veja,
Não preciso que me ouçam,
Eu só queria que você soubesse como eu sou,
por si!....
você devia ter descoberto...
Você ainda não sabe quem eu sou!
Juliane Varhau
Não preciso que me ouçam,
Eu só queria que você soubesse como eu sou,
por si!....
você devia ter descoberto...
Você ainda não sabe quem eu sou!
Juliane Varhau
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